Astrologia

O MITO DE JÚPITER

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“O otimista proclama que nós vivemos no melhor dos mundos possíveis, e o pessimista teme que isso seja verdade! ”
James Branch Cabell (1879-1958)

O pai Abraão, Brahma, Jeovah. O Sol é o poder espiritual e Júpiter é o poder temporal. Para os egípcios era Amon, deus de Tebas, no Alto Egito. O deus invisível que animava todas as coisas e acompanhava as guerras imperiais: o intrépido e insensato, mas o corajoso.

Os nomes Abraão e Brahma derivam do sânscrito e significam luz.

Na Índia era também Vishnu, o preservador. Para os gregos era Zeus, o grande deus que reinava no Olimpo, a montanha sagrada. Carregava um raio em sua mão e era o todo-poderoso, o onipotente. Mas um deus acessível, com defeitos humanos como a luxúria e o furor. Era a imagem da justiça e da razão, da ordem e da autoridade. Teve vários amores e filhos, e sua mulher Hera passava a maior parte do tempo tomando conta deles. Seus atributos também eram a chuva, as nuvens, os raios e trovões. Presidia toda a família divina.

Sucedeu a Urano e Saturno, e depois disso nunca mais foi destronado. Apesar de seus pecadilhos, como seduzir mulheres disfarçado e depois enfrentar a ira de sua esposa Hera, sempre foi inquestionavelmente o deus acima de todos os deuses, a autoridade a quem todos recorriam.

Em Roma foi chamado de Júpiter e sua mulher de Juno. No dia do casamento de ambos, Juno deu-lhe um fruto dourado para comer, à semelhança de Adão e Eva. Apesar de infiel, Júpiter sempre respeitou Juno, a quem considerava sua verdadeira mulher.

Escrito por Josylene Sousa

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Vanessa Tuleski

Vanessa Tuleski tem 20 anos de estudo de astrologia, e 12 de atuação como astróloga profissional. Dá consultas astrológicas no Rio de Janeiro (Ipanema) ou através do Skype para outras cidades. Agende a sua consulta!

Foi uma das palestrantes do evento Presságios, no Rio de Janeiro, em 28 de novembro. Está com um novo artigo no site Constelar: O Labirinto do Fauno, que fala muito a respeito do signo de Peixes.

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