publicado por VTULESKI - Vanessa Tuleski
Elvis escandalizou os anos 50 ao aparecer cantando e gingando um novo ritmo. Sua confiança e energia impulsionaram uma profunda transformação tanto na música como no comportamento. Além da beleza física e da voz, Elvis, no palco, era performático. Mas também sabia ser gentil e carinhoso com os fãs. Ao morrer, aos 42 anos, deixou seus fãs tão ‘órfãos’ que boa parte deles não acreditou que isto pudesse ser verdade, criando-se o mito de que ‘Elvis estaria vivo’. No final de sua carreira, Elvis estava gordo e inchado, pouco lembrando o belo jovem que tomou de assalto a América. Mas nunca perdeu o carisma e a força de palco. E até hoje é o cantor que mais vende no mundo. Abaixo será traçado um retrato de Elvis a partir do seu mapa, e do que ele FEZ com este mapa, segundo aquilo que conhecemos.
Década de 50 |
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Em 8 de janeiro de 1935, às 4h35, em Tupelo, no estado do Mississipi, Gladys Presley deu a luz a dois gêmeos: Elvis Aron e Jesse Garon. Jesse não sobreviveu. Elvis ficou sendo filho único e teve uma infância pobre. Até os sete anos, dormia na mesma cama que a mãe, a única da casa. Era, também, sonâmbulo, e nunca perdeu o temor de dormir sozinho.
Elvis tinha a Lua em Peixes. A Lua neste signo revela uma certa vulnerabilidade emocional. Também indica algum tipo de ligação especial com a mãe, com tendência a idealização. O ‘mito do irmão gêmeo’ (e a tendência a se relacionar com ele como se ele não tivesse morrido ou ainda fizesse parte da família) também está dentro do contexto de idealização. A infância de quem tem a Lua em Peixes é uma infância subjetiva. Ela é influenciada tanto pela maneira como o universo é apresentado para ela, como pelo modo que ela mesma o sente. Esta ‘plasticidade’, por assim dizer, vai aparecer até mesmo mais tarde, quando a pessoa terá tendência a enxergar sua infância segundo algum ângulo especial.
As restrições por que Elvis passou na infância podem aparecer na conjunção de Saturno em Aquário com a Lua em Peixes. Saturno pode simbolizar algum tipo restrição, que no caso de Elvis era material. Ele também tinha uma forte ligação com a mãe, mas um distanciamento em relação ao pai. Com o Sol em Capricórnio, o pai fazia o papel de autoridade para Elvis, mas era a mãe quem coordenava e administrava tudo. Ela era o Sol em Capricórnio. Além disso, Saturno em signos do Ar pode expressar uma dificuldade em entendimento com um dos pais. Como Elvis tinha Saturno conjunto a Lua, esta dificuldade com o pai era também emocional.
A mãe foi uma influência muito marcante sobre Elvis. Ela e Elvis sentiam muita falta de Jesse, seu irmão gêmeo falecido. A morte de Gladys também foi algo nunca superado por Elvis, que às vezes era visto falando com uma sombra na parede, como se estivesse dialogando com a mãe, e também com o irmão.
A primeira pessoa a reconhecer o talento de Elvis foi sua professora primária, que conseguiu o apoio do diretor da escola para inscrever o menino em um concurso musical que haveria em uma feira anual. Elvis ficou em segundo lugar. Ganhou 5 dólares e ingressos para todos os brinquedos do parque.
Externamente, a imagem de Elvis era muito masculina. Ele tinha Marte no Meio-do-Céu, casa de sua imagem pública, e este Marte estava em quadratura com o Sol. Elvis tinha muita energia. Marte está em Libra, que é o signo do agradar. Marte em Libra pode simbolizar o galanteador, e Elvis certamente tinha esta faceta.
Apesar disso, em seu mapa a energia ‘feminina’ ou ‘Yin’ predominava, através de signos da Terra e Água. Isto não quer dizer, porém, que Elvis fosse ‘gay’, e sim, que sua natureza psíquica tinha componentes da Água e da Terra. Elvis tinha necessidade de preenchimento emocional (e não parece ter conseguido obter plenamente isto, depois da morte da mãe, enquanto ele ainda estava no Exército), e também de segurança, materialização, concretização.
Esta característica ‘Yin’ de Elvis fez com que ele tivesse muito mais facilidade em se aproximar das mulheres do que dos homens. Por isto não é mero acaso que uma professora primária seja a primeira ‘descobridora’ de Elvis, e que a mãe também tenha sido tão importante para ele. Com a Lua em Peixes, possivelmente ele a achava abnegada, generosa, e também, de algum modo, sofredora. Com a Lua conjunta a Saturno, suponha que a mãe tinha um ‘fardo pesado’ (que o incluía principalmente), e se sentia ‘devedor’ disso. Mesmo que a mãe ‘não exigisse nada’. É freqüente que a Lua em Peixes implique em um ‘diálogo mudo’, cheio de cumplicidade e entrelaçamentos. A mãe, era, portanto, uma mártir (Peixes), mas era também sua base e esteio (Lua conjunta a Saturno).
Quando Elvis tinha treze anos, a família mudou-se para Memphis, cidade determinante para que o Elvis seria e faria. Foi em Memphis que Elvis tomou contato com a música negra. Nesta cidade, Elvis formou-se como eletricista.
Tanto a profissão inicial (eletricista) que Elvis escolheu como o fato de ele ter se interessado por uma cultura diferente da sua tem a ver com Urano. Urano rege eletricidade, e Urano participa da Cruz Cardinal de Elvis, que envolve Marte, Plutão, Sol, Mercúrio e Vênus. Com Plutão em meio a tudo isto, de alguma forma Elvis se sentia excluído e rejeitado pela sua cultura branca e anglo-saxã. Então, buscou o contato com outra cultura (Urano), na qual conseguiu acomodar melhor sua identidade.
A Cruz Cardinal em seu mapa indica que Elvis esteve sempre tensionado em busca do seu eu (Sol, como planeta mais pessoal da Cruz), e que ele ativamente (Cardinal) buscava, através de uma agitação incessante (Marte), uma intensidade (Plutão) e desafio (Urano) constantes. Mesmo que as orbes não sejam exatas, podemos dizer que também nos seus relacionamentos ele vivia isto, já que Vênus também participa da Cruz.
Elvis explodiu com o rock, que nasceu do ‘rhytm’n blues’, ritmo que combinava música gospel, jazz e blues.
A Cruz Cardinal sempre imprimiu a vida de Elvis muito dinamismo. Elvis era um ‘iniciador’. Tinha muita energia criativa. E como uma típica pessoa Cardinal quando algo não lhe servia começava outra coisa.
Com Urano em Áries, Elvis esteve entre aqueles que começaram algo totalmente novo, isto é, o rock’n roll.
Já famoso, Elvis foi convocado para o Exército. Para surpresa de muitos, Elvis levou a obrigação muito a sério.
Elvis era capricorniano, por isto, era profissional em tudo o que fazia. Além disso, o Exército era o ‘lado Marte’ de Elvis. Permitia uma afirmação masculina, da qual Elvis tinha necessidade.
Após servir o exército, e atuar em vários filmes, a primeira apresentação ao vivo de Elvis foi em Las Vegas, em 1969. Foi uma apresentação triunfal.
Elvis tinha Sol, Mercúrio, Roda da Fortuna e Vênus na casa dois. Vênus fica particularmente bem na casa dois, que tem analogia com Touro. Elvis foi premiado com uma bela e potente voz, atributo da casa dois.
O Nodo Sul em Leão fazia com que Elvis tivesse um instintivo senso de presença (o Nodo Sul simboliza ‘passado’, ‘algo conhecido’). Não se surpreende que esta presença tivesse um apelo muito sexual, tendo em vista que o Nodo Sul está na casa oito, da sexualidade e magnetismo. Entretanto, os Nodos Lunares precisam funcionar como um eixo. O Nodo Sul é aquilo que você já sabe, mas o Nodo Norte é o que você precisa desenvolver. Elvis, infelizmente, ficou muito em seu Nodo Sul. Gravitou muito em torno de si mesmo (até mesmo quando se isolava em seu ‘palácio’, em Graceland). Também não conseguiu se desprender de sua fama a fim de desenvolver outros valores. O desenvolvimento de novos valores pessoais, e não tão egóicos, era a proposta de seu Nodo Norte em Aquário na casa dois.
Elvis era uma pessoa exagerada. Tinha uma rotina de trabalho puxada e gostava muito de comer (o que se refletiu em seu físico nos últimos anos de sua vida). Uma característica de Elvis era que, quando gostava de alguma coisa, queria muito daquilo. E tinha tanto que depois perdia o interesse. Era assim com tudo. Ele também carregava as pessoas em suas manias.
Todo este exagero de Elvis vem do seu Ascendente em Sagitário. Mal utilizado, o Ascendente em Sagitário pode indicar alguém que não sabe fazer nada com moderação. O regente de Sagitário, Júpiter, está em Escorpião, e, à moda de Escorpião, Elvis ia até o final em seus entusiasmos, em suas manias.
A perda do interesse depois de explorar até o fim alguma coisa vinha desta combinação Sagitário/Escorpião. E também de Vênus em quadratura com Urano, que o levava a, subitamente, enjoar daquilo que até há pouco o tinha interessado.
Tendia a levar pouco em conta os desejos das pessoas enquanto fazia com que todos entrassem em seu universo.
Elvis tinha muita Terra em seu mapa, e pouco Ar. É o Ar o elemento que entende as diferenças entre as pessoas. Muita Terra com pouco Ar pode fazer com que a pessoa tente ‘enquadrar’ (Terra) os outros naquilo que ela acha melhor. E ela faz isto com a convicção de daquilo que é melhor, pois são ’seus sentidos’ (Terra) quem dizem isto! A falta de Ar piora este quadro, pois pode fazer com que não se veja (ou sequer se cogite) de que aquilo que é melhor para ela pode não ser para os outros.
Talvez o Nodo Sul em Leão também simbolizasse um egocentrismo que Elvis teria de ter buscado superar em sua vida.
Os próprios planetas em Capricórnio, com a plena convicção do Ascendente em Sagitário de que estaria sempre certo, podem ter sido usados de um modo autoritário.
Gostava de armas de fogo, emblemas policiais, Cadillacs e cavalos.
Isto vem, novamente, da quadratura entre o Sol e Marte. Elvis tinha uma agressividade e energia inatas, as quais tinha de dar vazão. Com exceção dos cavalos, uma possível preferência de seu Ascendente em Sagitário, todos os outros símbolos são ‘marcianos’ e masculinos. Em suas apresentações, Elvis também era o próprio Marte (que está na casa dez, a casa pública), fazendo apresentações vigorosas e movimentos como socos no ar.
Só que o curioso nisso tudo é que Elvis tinha um Marte no signo oposto ao de seu domicílio. Um planeta em seu signo de exílio pode funcionar de forma ‘compensatória’. Parece ter sido exatamente este o caso de Elvis. Neste funcionamento compensatório, há possibilidade de uma insegurança oculta, pois o planeta não se sente à vontade naquele signo. Como ilustração disso, citamos o ex-presidente Bill Clinton e o ator Michael Douglas. Ambos ficaram famosos por suas conquistas. O segundo chegou a confessar ser viciado em sexo. É claro que nem todos os que têm Marte em Libra vão agir desta maneira, mas é possível que Elvis, com o cultivo de símbolos marcianos e masculinos, e também de ‘atitudes marcianas’ (às vezes, em casa, atirava contra objetos), não estivesse seguro de seu próprio Marte, isto é, de sua assertividade. Um fato a ser lembrado é que Elvis não pôde desenvolver uma imagem masculina positiva a partir do pai. O Sol em signo ‘feminino’ oposto a Plutão indica que Elvis via o pai como ‘fraco’, dominado pela mãe. Além disso, Elvis tinha toda a sensibilidade da Lua em Peixes. Como já foi mencionado, NUNCA dormia sozinho, o que implica em uma vulnerabilidade emocional que não combinava com toda esta externalização de vigor, potência, que ele cultivava e passava externamente. Elvis era, também, fundamentalmente um ‘homem bonito’ (uma possível expressão de Marte em Libra), mas não queria ser apenas um homem bonito, e sim, viril, agressivo, assertivo.
Elvis tinha um empresário que o orientava em todas as suas decisões. Por conta destas orientações, Elvis não fazia turnês internacionais. A relação, porém, era apenas profissional, sem muita proximidade. O mesmo acontecia em relação ao pai de Elvis.
A figura masculina para Elvis era possivelmente simbolizada pelo Sol em Capricórnio na casa dois. Os homens em sua vida tinham uma função prática, e não de camaradagem e envolvimento. O envolvimento ele vivia com figuras femininas (Lua em Peixes).
O casamento de Elvis com Priscilla foi marcado por um entusiasmo inicial. Porém, a partir do nascimento de Lisa, começaram a surgir divergências. Priscilla queria uma vida normal para a filha, mas Elvis queria tudo o que pudesse dar para ela. E fazia todas as suas vontades.
Vênus em oposição com Plutão pode indicar que o relacionamento com Priscilla foi mais complexo do que Elvis esperava. Vênus em quadratura com Urano é sinal de que ele encontrou diferenças. Como Urano está na casa cinco, dos filhos, não é de se surpreender que as mesmas tenham aparecido principalmente na criação da filha. Vênus oposto a Plutão e em quadratura com Urano pode indicar o relacionamento intenso, mas extravagante (não era um pai que colocava limites), que Elvis teve com a filha (e também com a própria Priscilla).
Era conhecido em Elvis um traço místico e religioso. Porém, isto não impedia suas depressões e a sensação de se sentir perdido.
A depressão está refletida na sensível Lua em Peixes conjunta a Saturno. Estes dois planetas na casa três podem indicar que Elvis podia sentir falta de com quem dialogar realmente. Saturno também expressa limites, e, após a morte da mãe, ninguém mais fez este papel. Elvis sentia faltar em sua vida algo especial (Lua em Peixes) e também um esteio, uma base (Saturno). Por isto possivelmente se deprimia e também expressava um misticismo exacerbado, que, aliás, pode ter sido responsável pelo mito coletivo de que ele não teria morrido (a Lua rege a casa oito de Elvis, que simboliza a morte e o pós-morte).
O fervor místico de Elvis também se expressa em Júpiter em Escorpião (havia intensidade nas crenças de Elvis) e no próprio Netuno na casa nove, casa das crenças. Netuno rege a Lua pisciana de Elvis. Netuno está, porém, no signo oposto ao que rege. Em uma posição de complexidade, portanto. Netuno em Virgem pode funcionar como o ‘divino’ (Netuno) transposto para o cotidiano (Virgem), mas também o lado negativo de Virgem pode predominar sobre Netuno, inclinando a pessoa ao ceticismo, a visão de que tudo gira em torno de interesses e a decepção com as mesquinharias do mundo. É uma posição desafiante. Elvis viveu muito esta polaridade Peixes/Virgem, porque, conquanto fosse muito místico, via a sua vida fragmentada e sem sentido, e não conseguia viver este ideal no seu dia-a-dia. O abuso por medicamentos, que sobrecarregou o seu corpo, pode ser uma faceta de tudo isto, pois indica a busca do entorpecimento contra as desilusões, a depressão e a falta de sentido.
Quando morreu, em 1977, aos 42 anos, estava com um princípio de câncer nos ossos, graves problemas no cólon e no aparelho digestivo e ainda sofria de glaucoma no olho esquerdo, decorrente de hipertensão e estresse. Por conta disso, tomava grandes doses de medicamentos. A família de sua mãe também tinha um histórico de problemas cardíacos. Elvis morreu de um ataque no coração.
Elvis tinha muitos planetas em Capricórnio. Quando se tem muitos planetas em um signo, é preciso fazer um bom uso das características daquele signo, pois, de outro modo, a pessoa poderá ter problemas nas partes do corpo regidas por ele. Capricórnio rege os ossos. Elvis tinha o lado capricorniano do profissionalismo e da dedicação a carreira. Mas também tinha o lado capricorniano do perfeccionismo, da absorção excessiva de pressões e também da tendência a estafa e a exigir muito de si mesmo.
Os problemas cardíacos parecem estar expressos em dois pontos do mapa de Elvis. Em primeiro lugar, na quadratura que Urano envia ao Sol e a Mercúrio. O Sol rege o coração e Mercúrio a mente. Urano agita e pode trazer tendência a hipertensão, se a pessoa não aprender a controlar sua impaciência. Elvis, aliás, já tinha o Sol também em quadratura com Marte, outro planeta que ajuda a ‘esquentar’. Tudo isto funcionava muito bem no palco, mas talvez não funcionasse tão bem assim na sua vida pessoal.
O segundo ponto que poderia explicar os problemas cardiocirculatórios é Saturno em Aquário. Aquário é o signo da circulação, e Saturno é restritor. Este planeta está conjunto a Lua, que rege o sistema digestivo. Isto indica que Elvis deveria ser cuidadoso (Saturno) na alimentação (Lua), e nós sabemos que não era o caso, em especial nos seus últimos anos de vida.
Um outro fato importante é que Elvis morreu aos 42 anos, justamente quando Urano se opõe a Urano natal. É um período de necessidade por mudanças e de muita inquietação. O ‘rei do rock’ estava passando por esta fase na época da sua morte.
Graceland, a casa em que viveu seus últimos anos, atualmente só perde em visitas para a Casa Branca.
Mesmo com uma grande distância do Meio-do-Céu, ponto que rege a imagem pública e a carreira, Netuno é o planeta mais angular do mapa de Elvis. Netuno é um planeta coletivo que pode funcionar como uma ‘antena’ para os sonhos e idealizações das pessoas. Elvis tinha este papel. Além disso, também tinha a Lua, planeta que mostra o contato com o público, em Peixes, signo que Netuno rege. Os artistas com a Lua em Peixes têm alguma forma de ligação especial com o público, que passa pela emoção, e também idealização, exatamente o caso de Elvis.
O Meio-do-Céu de Elvis é a ponta de um Iode que de um lado tem Saturno e de outro tem Urano. Elvis tinha o desafio de renovar alguma coisa (Urano) e, ao mesmo tempo, se estabelecer (Saturno). Sabemos que conseguiu ambos. Este desafio também reaparecia em sua carreira de tempos em tempos. É possível que, na época da oposição de Urano a seu ponto natal, esta necessidade tivesse novamente aparecido. A de uma renovação total. Porém, Elvis não pôde viver esta passagem.
O regente do Meio-do-Céu, Mercúrio, está na casa dois, conjunto Sol. A casa dois é a das vendas, dos ganhos. O garoto pobre de Tupelo ficou rico com seu talento. E não se surpreende que ainda seja um grande vendedor de CDs. Ele é, também, o ‘ganha pão’ de centenas de pessoas ao redor do mundo, que o imitam.
Plutão faz sextil com o Meio-do-Céu de Elvis, que teve um impacto transformador em sua atuação no mundo. Este aspecto também revela a força e o carisma que ele tinha. Por fim, Vênus também faz trígono com o Meio-do-Céu. Elvis foi amado por seu público. E ainda é.
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Vanessa Tuleski tem 21 anos de estudo de astrologia, e 13 de atuação como astróloga profissional. Dá consultas astrológicas no Rio de Janeiro (Ipanema) ou através do Skype para outras cidades. Agende a sua consulta!
Foi uma das palestrantes do evento Presságios, no Rio de Janeiro, em novembro de 2009. Falou também no evento da Central Nacional de Astrologia realizado no Rio de Janeiro em junho de 2010.
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