Astrologia

2018: por que está se debatendo tanto assédio sexual e as posturas a se ter no dia a dia e trabalho

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Artigo escrito em 13/01/2018

A Astrologia é capaz de antecipar o que certos aspectos e posicionamentos poderão causar, mas a forma como isto se materializa é sempre fascinante! Há coisas que ganham um tom mais intenso do que o imaginado ou que até estão dentro do esperado, mas que, quando acontecem, ainda surpreendem (“sério mesmo…?”). Uma das primeiras revistas Veja de 2018 tratou do novo código de conduta entre os sexos. A matéria, com o título, “Não, senhores, não pode mais” teve o seguinte subtítulo “denúncias de assédio sexual e as novas condutas pautadas pelo feminismo fazem empresas vetar caronas, beijinhos e outras interações entre homens e mulheres”.

 

Não por acaso, o tema está sendo tratado com um grande concentração de planetas em Capricórnio, o signo dos limites, do que pode ou não pode, e da esfera pública e profissional. É importante notar que Saturno recém ingressou em Capricórnio e que este tipo de tema e visão capricorniana das coisas vai estar presente até 2020, que é o tempo que vai durar este trânsito. Note-se que visões mais conservadoras já vinham se insinuando desde Saturno em Sagitário (2015-2017), ao mesmo tempo que nunca se discutiu tanto sobre tudo. Saturno em Sagitário foi uma época acirradíssima de debates.

E, para colocar lenha na fogueira das opiniões, Sol e Vênus (arquétipos de feminino e masculino) quadram o sempre polêmico Urano, aproximadamente de 11 a 16 de janeiro. Foi neste contexto uraniano explosivo e polêmico que surgiram as declarações que deram o que falar (e isto é Urano) de duas mulheres famosas, Catherine Deneuve (“acho que toda mulher deveria ser assediada pelo menos três vezes na semana para ser feliz”) e Danuza Leão, que se pronunciou a respeito de o Globo de Ouro, que serviu de palco para manifestações contra o assédio sexual através do uso da cor preta, dizendo que a ocasião, notavelmente alegre e festiva, lhe pareceu um grande funeral (Plutão). Pois a seriedade do Sol e Vênus conjuntos a Plutão em Capricórnio (e tanto Capri como Plutão gostam de uma cor escura, com a preferência do preto pelo segundo) e caminhando para quadrar Urano tornaram o evento um momento de manifestações contra algo que há décadas faz parte dos bastidores da indústria do entretenimento.

Atrizes da série Big Little Lies no Globo de Ouro 2018

Atrizes da série “Big Little Lies” vestidas de preto no Globo de Ouro 2018

 

Ah, e por que está se falando tanto em assédio sexual? O assunto veio claramente à tona quando Júpiter ingressou em Escorpião, em 10/10/2017. Foi poucos dias depois disso que surgiram as denúncias em Hollywood e o tema do assédio passou a ser debatido no mundo inteiro (veja artigo sobre isto).

Dois ingressos de planetas lentos em novos signos já causaram mudanças: Saturno em Capricórnio (finalzinho de 2017) e Júpiter em Escorpião. E neste ano teremos ainda Urano ingressando em Touro, em maio! Porém, de novembro/2018 até o início de abril/2019, Urano ainda vai dar a última voltinha em Áries.

Urano fica cerca de sete anos em cada signo. Urano em Áries empurrou muita gente para começos, coisas novas, busca (voluntária ou compulsória) da própria individualidade. Já Urano em Touro vai mexer com valores consagrados, relacionamentos e também com dinheiro e trabalho (até na sinergia com Saturno em Capricórnio, que trata muito de trabalho também). Aqui no Brasil, a reforma trabalhista, embora não tenha acontecido propriamente com Urano em Touro, já teve a ver com ele, ainda mais porque na última vez em que Urano esteve em Touro tivemos um presidente com um mapa 7 planetas neste signo e 1 Virgem, Getúlio Vargas, que instituiu várias coisas que esta reforma, cerca de 80 anos depois, alterou ou derrubou.

Apesar de imaginar um pouco sobre o que Urano em Touro poderá trazer, ainda estou curiosa para ver o trânsito acontecer, pois a hora em que o vivenciamos sempre traz algo novo, que não seria possível imaginar. Ainda mais se tratando do planeta mestre do imprevisível, Urano. Aqui vai meu artigo com alguns palpites sobre este posicionamento, que vai mexer com valores culturais e sociais:

Urano em Touro de 2018 a 2026 põe fim à estabilidade financeira e muda valores e relações

E quem acha que Astrologia coletiva não tem a ver com o indivíduo está muito enganado, pois, muito pelo contrário, a Astrologia coletiva explica o que está acontecendo com muitas pessoas ao mesmo tempo, sem que elas percebam que é geral.

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Vanessa Tuleski

Vanessa Tuleski iniciou seus estudos de astrologia em 1989, passando a atuar como astróloga profissional 7 anos depois. Dá consultas astrológicas no Rio de Janeiro ou através do Skype para outras cidades. Agende a sua consulta!

É palestrante do evento anual de previsões astrológicas Presságios (RJ), colabora com os sites Personare e Constelar. Membro do SINARJ, palestrou eventos para astrólogos promovido por este sindicato de 2012 a 2017, e, novamente, em 2019, com duas palestras.

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