Análise astrológica do filme “Antonia, uma sinfonia” da Netflix

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Escassez de amor materno ou paterno. O que o filme “Antonia, uma Sinfonia” pode ensinar?

Escassez de amor materno ou paterno. “Antonia, uma Sinfonia”, é um filme da Netflix baseado em uma história real de uma mulher que, no final da década de 20 do século passado, sonha em ser uma maestrina, uma profissão considerada, até então, um reduto masculino, como várias outras. Na infância e início da juventude, Antonia tem uma relação difícil com os pais, sobretudo com a mãe, de muita cobrança e poucas demonstrações de amor e afeto.

Neste vídeo, eu vou falar sobre esta temática na vida de Antonia, trazendo SPOILERS sobre o filme. Se você não curte spoilers, veja o filme antes de assistir ao vídeo. A maestrina do filme existiu. Eu não vou entrar, no vídeo, na análise da escassez familiar (tanto de amor, quanto na parte financeira) especificamente no mapa astral da Antonia, mas vou falar disso em termos gerais, sobre como pode aparecer astrologicamente no mapa astral de muitas pessoas, e vou analisar outras facetas do mapa astrológico da protagonista, como a vontade de ela fazer algo considerado desafiador e incomum, estar a frente de uma orquestra, em uma época em que o papel feminino era restrito aos bastidores domésticos.

Além disso, vou fazer você pensar nesta questão de ter tido pouco afeto na base familiar. O que fazer com isto? Como superar? Se você viveu esta situação, conte nos comentários do vídeo no Youtube como superou. Se não viveu, assista ao vídeo para entender como esta dinâmica pode funcionar, pois você pode estar se relacionando com alguém que passou por isto ou ter amigos que passaram por isto.

Falar sobre escassez de amor e afeto é também romper um tabu, pois as imagens de mídia são sempre de famílias, pais e mães amorosos, mas esta não foi a realidade de muitas e muitas pessoas, que, além de terem sofrido esta dor na infância e na juventude (muitas vezes ao longo da vida inteira), lidam também com esta sensação de exclusão destas imagens midiáticas.

Link para o artigo “Carta de amor às mulheres que não se amam” que eu menciono no vídeo.

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